Brainstorming: aprenda a gerar novas ideias com essa técnica!

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O brainstorming é muito utilizado no mundo do empreendedorismo, especialmente por pessoas na busca por soluções e ideias criativas para os seus negócios.

O uso da técnica brainstorming é antigo, mas continua oferecendo grandes benefícios por ser altamente eficaz para equipes.

O que significa brainstorming?

Brainstorming

O brainstorming significa, em português, uma “tempestade de ideias”. Essa técnica, criada nos anos 40, consiste em considerar todos os pensamentos de uma equipe na busca por soluções.

Ela pode ser utilizada em várias situações, e incentiva, de forma prática, a exploração da criatividade de todos ao mesmo tempo.

No entanto, o brainstorming não é uma simples conversa em grupo. Ele deve, portanto, seguir um certo roteiro e planejamento para que todas as ideias sejam ouvidas.

Isso só pode ser alcançado em um ambiente amigável, centrado no capital humano e práticas mais horizontais, onde todos os integrantes são valorizados. Talvez até mesmo a aplicação de uma gestão colaborativa.

Assim, o brainstorm pode ser uma ótima ferramenta para auxiliar na integração entre a equipe e melhoria de gestão.

Como funciona uma reunião de brainstorming?

Uma reunião de brainstorming passa por 4 diferentes etapas. Mas, antes de começar, é preciso que exista um bom coordenador.

É essa pessoa que ficará responsável por manter a organização e garantir a atenção para cada um dos integrantes. Para facilitar esse processo é possível utilizar técnicas como, por exemplo, o card sorting.

É preciso também que todos da equipe respeitem a contribuição de cada um. Ou seja, é completamente proibida a ridicularização de qualquer ideia, seja qual for.

Isso porque, mesmo não sendo efetiva, ela pode contribuir para uma solução derivada. E é por isso que o brainstorming é extremamente eficaz.

As quatro etapas do brainstorming são:

1. Explicação do objetivo

Nesse momento, o objetivo principal da reunião é exposto pelo coordenador, como por exemplo:

A partir disso, deve-se esclarecer a situação atual, com todas as informações sobre a realidade da equipe.

Com isso feito, chega o momento de refletir sobre os fatores influenciadores, como a mudança no mercado ou turnover elevado.

2. Determinação dos motivos

Na segunda fase, são comentados os possíveis motivos para o problema ou necessidade de inovação.

Por isso, o coordenador precisa implementar práticas de team building, incentivar a opinião do grupo e a troca de informações. Isso porque, com uma causa, fica mais fácil entender a importância da melhoria e o que fazer para solucionar a questão.

Lembrando que nesse momento, assim como nos outros, o respeito e valorização do outro é primordial.

3. Hierarquização dos motivos

Com todas as causas e necessidades em mente, chega o momento de definir a importância de cada uma delas.

Caso um motivo seja escolhido pela maioria, ele deverá possuir maior prioridade. Entretanto, as causas menos populares também não podem ser dispensados.

4. Criação de um plano

Após ter tudo isso em mente, é o momento da equipe encontrar formas de mudar essa situação.

É preciso finalizar a reunião de brainstorming com as seguintes informações:

  • O que precisa ser feito;
  • Qual a necessidade dessa ação;
  • Como isso será feito;
  • Em que setor ou em toda a empresa;
  • Quem é o responsável por esse objetivo;
  • O tempo limite para a alteração (aqui é importante conceitos como economia criativa e gestão do tempo);
  • Quanto custará para a empresa (e se possível um rateio dos custos).

É importante que cada uma das fases sejam guiadas por no máximo 40 minutos, para que não se tornem cansativas para a equipe.

Caso aconteça de, ao final de alguma delas, o objetivo não seja alcançado, talvez seja interessante avançar em um outro momento.

Assim, as ideias já expostas ficarão sendo digeridas por cada um, inconscientemente, podendo favorecer a busca por uma solução.

Um bom brainstorm precisa ter uma grande quantidade de ideias, pensamento criativo, respeito e interatividade.

No entanto, só isso não é suficiente na tempestade de ideias. É preciso que as soluções encontradas sejam tangíveis. Ou seja, que elas possam ser aplicadas de acordo com a realidade do grupo. Para maior exatidão é importante conhecer previamente as vantagens competitivas do negócio (ou projeto) e para isso, práticas como a educação corporativa são sempre bem vindas.

Com tudo isso alinhado, fica muito mais fácil ter uma reunião de brainstorming eficaz. Para mais conteúdos acompanhe a nossa carta, com insights valiosos todos os dias!

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Arthur Dantas Lemos

Arthur Dantas Lemos

Especialista em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas. É formado pelo Programa de Profissionais do Mercado Financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Programa CVM de Professores para Mercado de Capitais, Avaliador de Empresas pela NACVA - National Association of Certified Valuators and Analysts (EUA). Fundou a Empreender Dinheiro para democratizar o acesso à Educação Financeira de Alto Poder Transformacional e já impactou diretamente mais de 50.000 pessoas em suas soluções educacionais.

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