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Educação Financeira: o guia completo para se educar financeiramente!

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A Educação Financeira tem como objetivo nortear os consumidores no processo de administrar e tomar boas decisões com o seu dinheiro. Ela é o caminho mais eficiente para que qualquer um consiga entender o mercado financeiro de forma simplificada ou, ao menos, consiga cuidar melhor de suas finanças.

Para isso, a Educação Financeira constrói as bases que permitem que as pessoas consigam aproveitar oportunidades de maneira consciente e independente. Assim, objetivando a construção de novos hábitos, realização de sonhos, melhoria na qualidade de vida e a garantia de um futuro melhor.

Mas o que é Educação Financeira?

A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) define a Educação Financeira como um processo onde um indivíduo aprende a fazer escolhas conscientes e se mantém bem informado a respeito da economia.

Assim, podendo melhorar sua compreensão sobre produtos, conceitos e riscos financeiros.

Portanto, com o estudo sobre as finanças, qualquer um consegue desenvolver habilidades para gerenciar o seu orçamento financeiro pessoal e a confiança necessária para aproveitar oportunidades e se prevenir contra riscos.

Como funciona o ensino sobre finanças no Brasil?

No Brasil, o cuidado com as finanças não é um tema muito discutido nas escolas.

Na verdade, cada vez mais somos influenciados a consumir em excesso, sem a menor consciência das consequências desse comportamento para a nossa vida.

Com isso, as crianças consumistas se tornam adultos com comportamentos financeiros descontrolados, o que diminui consideravelmente a qualidade de vida desses indivíduos.

No entanto, em comparação com alguns anos atrás, muita coisa mudou para melhor.

O nível da educação financeira no Brasil tem crescido junto ao interesse da população em conteúdos com assuntos financeiros e econômicos.

Mas ainda assim, grande parte dessas pessoas ainda não aplicam os conhecimentos adquiridos em suas ações no dia a dia.

Isso se reflete nos resultados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), do início de 2019, que mostra que mais da metade das famílias brasileiras ainda possuem dívidas ou inadimplências.

Portanto, ainda há muito o que ser feito.

Quais os tipos de Educação Financeira?

caderno com um gráfico em barra colorido com seta para cima e um gráfico com árvore de pessoas

Segundo a Pesquisa Global de Educação Financeira da Standard & Poor’s, o Brasil está atrás de 73 países quando o assunto é Educação Financeira.

E caso os brasileiros tivessem a oportunidade de entender melhor o mundo das finanças desde cedo, inúmeros problemas como o superendividamento seriam evitados.

Muitas dessas pessoas, inclusive, poderiam até ter parado de trabalhar ou ao menos ter melhorado sua qualidade de vida.

Mas nunca é tarde para começar a buscar pela reeducação financeira e melhorar sua condição financeira. Por isso, confira os tipos de Educação Financeira existentes:

Educação Financeira Pessoal

Os conceitos desse tipo de educação abordam as finanças pessoais do indivíduo, tocando em pontos essenciais para o planejamento financeiro e construção de uma melhor qualidade de vida familiar.

Para que ele seja feito, existem alguns passos fundamentais que permitem construir uma boa organização financeira, como:

No entanto, por terem passado a vida toda imersas em uma sociedade consumista e imediatista, muitas pessoas possuem dificuldades para seguir esses passos.

Para ajudar a solucionar essas dificuldades, existe o Consultor Financeiro Pessoal.

Esse profissional pode ser contratado tanto para resolver problemas financeiros pontuais quanto para evitá-los.

A relação é desenvolvida a partir do alinhamento dos objetivos e realidade do indivíduo, ou seja, a partir de seu foco financeiro.

Entre suas atuações, estão o auxílio na gestão de ativos e investimentos e o planejamento para a aposentadoria.

Portanto, seja sozinho ou com a ajuda de um profissional especializado, buscar pela educação financeira pessoal é o caminho mais efetivo para ter muito mais segurança financeira.

Educação Financeira Familiar

Muitas pessoas acham que por estarem equilibradas financeiramente, estão completamente prontos para começar uma família e gerir as novas despesas.

No entanto, é com a economia doméstica que a maioria das pessoas acaba encontrando maior dificuldade não apenas ao custear a festa de casamento, mas com as despesas da nova casa, a chegada dos filhos…

As finanças familiares envolvem diversas áreas relacionadas à família. Cada um possui sua maneira particular de lidar com o dinheiro, de acordo com suas preferências, assim se constrói o padrão de vida familiar.

No entanto, é perceptível que a falta de comunicação entre as partes e falta de educação financeira acaba prejudicando a qualidade de vida de todos.

Muitos pais acabam tomando para si todas as despesas e esquecem de lembrar aos filhos das responsabilidades de todos os membros da família para manutenção do orçamento, mesmo sendo os pais os responsáveis por gerir a casa.

Por conta disso, muitas crianças ainda cresçam sem qualquer noção sobre os impactos do consumo tanto para o meio ambiente quanto para o bolso dos pais.

Portanto, o ideal é que todos os integrantes, de acordo com suas condições e responsabilidades, estejam envolvidos nas finanças da casa.

Entre alguns conceitos abordados pela educação financeira familiar, temos:

Com algumas pequenas atitudes e mudanças de hábito, a família conseguirá manter seus objetivos integrados, fazendo que os filhos desenvolvam sua maturidade financeira e se tornem adultos mais organizados.

Além disso, essa integração impacta diretamente na comunicação dentro de casa, melhorando a relação entre todos os familiares.

Educação Financeira Empresarial

Segundo o IBGE, nos últimos três anos, o Brasil fechou mais empresas do que abriu.

Esse fato representa mais de 300 mil empresas quebradas, com uma perda de mais de 3 milhões de vagas de emprego e diminuição do salário médio mensal.

É claro que existem diversos motivos para que isso ocorra, mas entre eles, sem dúvidas, temos a falta de conhecimento sobre as finanças empresariais.

Sem este conhecimento, os empreendedores não conseguem compreender o funcionamento do sistema financeiro.

E isso inclui os seus riscos, tipos de produtos e serviços e oportunidades mais adequadas aos diversos modelos de negócios.

Entre os conceitos mais abordados pela educação financeira empresarial, estão:

Uma empresa sem um controle financeiro eficiente não consegue oferecer ao seu cliente um produto ou serviço de qualidade e nem se manter firme no mercado.

Fazendo, assim, com que ela perca sua competitividade e abra espaço para a concorrência.

Portanto, é preciso dar atenção às finanças de sua empresa para que ela consiga se desenvolver cada vez mais ao longo dos anos.

Por que a educação financeira é importante?

Muitas pessoas pensam que para saber cuidar bem do dinheiro é preciso ter conhecimentos complexos sobre o mercado financeiro.

No entanto, este pensamento está equivocado, já que com simples atitudes no dia a dia é possível controlar melhor o orçamento e evitar o descontrole financeiro.

Quando ele ocorre, as consequências vão muito além da condição econômica, pois fazem com que a pessoa se sinta frustrada, cansada e desmotivada.

Entre outros impactos da falta de Educação Financeira, abordamos:

  • Endividamento;
  • Problemas familiares;
  • Trabalho continuado;
  • Falência.

Portanto, para evitar que isso ocorra, a mudança de hábitos proposta pela Educação Financeira é o caminho recomendável.

Com essas atitudes, você conseguirá alcançar a tão sonhada tranquilidade financeira.

O que causa a desorganização financeira?

Existem diversos motivos para que a desorganização financeira seja uma realidade para a maioria dos brasileiros.

Na raiz do problema, aparece a falta de educação financeira nas escolas, realidade hoje combatida por diversas ações tanto do governo quanto de programas de educação como a DSOP.

Como exemplo, temos a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que determina a implementação da Educação Financeira nas escolas.

Outro fator bastante problemático no país é o acesso facilitado ao crédito.

Ele é representado nos diversos tipos de empréstimo e também nos tipos de cartão de crédito e seus altos juros disponíveis para a maioria população.

Somado à falta de orientação financeira, essa acessibilidade contribui diretamente para o aumento dos índices de inadimplência no Brasil.

É claro que o baixo salário também é um motivo forte para que muitos estejam endividados, afinal sustentar uma família com apenas um salário mínimo parece uma tarefa quase impossível.

Entretanto, quando as pessoas passam a viver em um padrão de vida acima de sua realidade, ou seja, gastam mais do que ganham isso se agrava muito.

Mas existe solução! tanto através da conquista de renda extra quanto com uma adequação no estilo de vida do indivíduo.

Mudança de mentalidade financeira

Por mais incrível que pareça, o fator principal para o desenvolvimento de problemas financeiros é justamente a impressão negativa sobre as finanças.

Essas crenças limitantes sobre o dinheiro acabam por prejudicar a inteligência financeira da população, que se vê cada vez mais afastada de uma condição tranquila de vida.

Vale lembrar que, para se organizar financeiramente, não é obrigatório viver com menos ou adotar o minimalismo.

Embora, é claro, sejam estilos de vida alternativos para quem deseja poupar e ter mais equilíbrio financeiro.

Na verdade, começar dando os primeiros passos é essencial, conhecendo a sua realidade atual e buscando ferramentas para melhorar.

Deixar de viver no piloto automático e aceitar pressões e exigências externas e entender quais os seus verdadeiros desejos e necessidades.

Os Pilares da Educação Financeira

duas mãos em preto e branco conectando duas peças de quebra-cabeça

Existem quatro pilares fundamentais dentro da Educação Financeira, são eles:

Produzir dinheiro

“Não importa quanto você ganha, mas sim o que você faz com o dinheiro que passa pelas suas mãos”… Nós não concordamos.

Produzir mais dinheiro, com inteligência, é libertador.

Um desejo em comum a todos é conseguir gerar mais renda.

E essa vontade de algo mais vem desde a pré-história com o ser humano já que, para progredir, ele sempre teve que continuar buscando o novo.

Esse fator faz com que, mesmo em um mundo bastante desenvolvido e com o suficiente para viver bem, nós queiramos ainda mais coisas.

Sendo isso, uma característica não limitada ao âmbito das finanças, já que também queremos mais tempo, mais conhecimento etc.

No entanto, é preciso deixar claro que não há nenhum problema com essa característica, desde que ela não se torne uma obsessão.

E para conseguir produzir mais dinheiro, você deve buscar desenvolver sua mentalidade. Assim, facilitando o alcance de oportunidades.

Administrar dinheiro

Somos formados para tomar decisões financeiras ineficientes. Isto é muito lucrativo para bancos e outras instituições financeiras, mas custa muito caro.

Administrar dinheiro é um divisor de águas se você pretende enriquecer.

Não adianta conseguir mais dinheiro se você não souber cuidar bem dele. E para que isso ocorra, é preciso ter controle e buscar cada vez mais conhecimento.

Só dessa maneira você estará prevenido contra as tentações diárias do consumismo, que na maioria das vezes o distancia dos seus objetivos.

Entendendo os princípios fundamentais da administração do seu dinheiro você conseguirá se organizar melhor e evitar dores de cabeça no futuro.

Investir dinheiro

A maioria das famílias brasileiras nunca terá liberdade financeira. Simplesmente acumular dinheiro não vai te enriquecer de verdade pelo resto da vida.

Aprenda a investir dinheiro e multiplique o resultado do seu esforço.

Um pensamento derivado diretamente da crença limitante sobre o dinheiro é que o investimento é uma atividade exclusiva de pessoas ricas.

Na verdade, os investimentos  consistem na aplicação de recursos financeiros (dinheiro) na busca por uma valorização futura sobre esse capital.

Evidentemente, essa é uma atividade que demanda um bom estudo e preparação, se feita de forma mais avançada.

No entanto, o ato de investir está ao alcance de pessoas com rendas comuns, que apenas precisam ter disciplina e poupar parte dos seus ganhos.

Não existe fórmula pronta para isso, mas ao começar a aproveitar melhor os seus rendimentos, o caminho para a liberdade financeira será cada vez mais possível.

Empreender dinheiro

Um bom emprego não vai te deixar rico. Empreender seu dinheiro, sim.

Perceba: em um novo mundo, com novos problemas, você tem que usar novas estratégias para tirar seus planos do papel.

Patrimônio é irrelevante quando não gerar renda.

O empreendedorismo é visto como a capacidade de identificar problemas e, a partir deles, visualizar ou encontrar oportunidades para desenvolver soluções que se adequem ao às demandas do mercado.

Por isso, se você possui o desejo de enriquecer ou, pelo menos, viver a partir de seus rendimentos, é preciso colocar seus projetos em prática.

Dicas de Educação Financeira

Existem diversas maneiras de se organizar financeiramente, e muitas delas não estão diretamente ligadas ao controle efetivo das finanças.

Na verdade, quando paramos para observar a forma como a nossa mente está condicionada, percebemos ainda mais motivos para a desorganização financeira.

Por isso, confira algumas dicas para saber como se educar financeiramente:

Faça um planejamento de gastos 

Fazer o planejamento de gastos seja ele pessoal, familiar ou até mesmo profissional ajuda a encontrar os melhores meios de consumir produtos e serviços sem que isso prejudique a saúde financeira.

Ele faz com que os gastos diários, gastos fixos e gastos variáveis estejam em harmonia.

Mas para isso, não é preciso parar de comprar ou consumir, só é preciso ter um bom planejamento financeiro.

Nesse momento, vale a pena se organizar para pagar todas as contas em atraso, e observar se você está gastando mais do que ganha.

Caso isso ocorra, analise o seu orçamento doméstico e reduza o que não for realmente importante para você.

Entenda a diferença entre custos e gastos e despesas

Despesas, custos e gastos são conceitos semelhantes e, por isso, comumente confundidos pelas pessoas em geral.

Para conseguir entender bem a diferença entre eles, é necessário abordar os conceitos de cada um.

De uma forma ampla, a definição de custos pode ser entendida como o valor pago para a execução de alguma atividade.

Ou seja, ela é como um “sacrifício” feito para o alcance de determinado objetivo.

Já as despesas podem ser definidas como os gastos necessários para a manutenção de alguma atividade.

Dentro dela, estão incluídos:

  • Aluguel;
  • Condomínio;
  • Impostos.

Por fim, os gastos englobam os dois itens citados anteriormente, além de outros valores que possam surgir durante o mês.

Sabendo disso, fica muito mais fácil estabelecer prioridades de pagamento e tomar melhores atitudes financeiras.

Desenvolva sua inteligência financeira 

A inteligência financeira é o conhecimento usado para saber como lidar com o dinheiro de forma eficiente.

Quem a possui consegue perceber possíveis erros e oportunidades financeiras.

Para quem quer alcançar o sucesso financeiro, é mais do que necessário saber desenvolver uma  relação saudável com seu dinheiro.

E para isso, algumas dicas de inteligência financeira podem ser muito úteis. São elas:

  • Pense bem antes de comprar;
  • Defina metas e objetivos;
  • Leia os especialistas;
  • Tenha sempre em mente suas prioridades;
  • Controle o seu emocional.

Seguindo esses passos, fica fácil desenvolver a inteligência financeira e acabar com hábitos autodestrutivos.

Adote o consumo consciente 

O consumo consciente é extremamente necessário para nos ajudar a repensar as nossas atitudes, que impactam toda a sociedade e o meio ambiente em geral.

É importante entender que ele existe para diminuir os impactos da vivência humana na natureza, mas também pode ser adaptado para a economia.

Ao repensar os nossos hábitos de compras e focar no que é realmente necessário para nós, estamos consumindo de forma mais eficiente.

Pare de emprestar dinheiro  

Quem precisa de dinheiro emprestado, provavelmente vai ter dificuldades para honrar a dívida.

Emprestar dinheiro para amigos e parentes pode contribuir para a manutenção da sua desorganização financeira.

Ou seja, ao fazer isso, eles acabam não sentindo as consequências das suas atitudes irresponsáveis com o dinheiro.

Quando amigos e parentes pedirem dinheiro, a melhor forma de ajudar é deixando que eles lidem com sua dívida.

Essa atitude fará que eles sintam a necessidade de cuidar melhor das suas finanças.

Ao fazer um empréstimo, servimos como a reserva financeira de alguém. Ou seja, sempre que essa pessoa ultrapassar seu limite de gastos, ela irá contar com seu apoio financeiro.

Entretanto, todos nós temos despesas, objetivos e necessidades que dependem da nossa renda.

Use o cartão de crédito com consciência 

Se mal utilizado, o cartão de crédito oferece diversos riscos para a saúde financeira de um indivíduo.

Por isso, vale a pena utilizar um cartão que ofereça um limite equivalente à sua receita e aproveitar seus benefícios, como os programas de pontos.

Vale lembrar que a prática de emprestar cartão de crédito, na maioria das vezes, acaba prejudicando os dois lados.

Ao tentar ajudar amigos, o dono do cartão pode contribuir para que o outro continue desorganizado e acabar com uma enorme dívida nas costas.

Mude o seu mindset

O mindset de crescimento funciona por meio da construção de uma mentalidade a partir do desenvolvimento constante frente a um cenário desafiador com procrastinações, distrações e tentações.

Ele é um estado psicológico que determinado indivíduo se encontra com a sua mentalidade.

Nele, são refletidas suas ações, formas de pensar e de julgar determinados problemas.

Portanto, essa mentalidade de crescimento apresenta estados que envolvem as habilidades adquiridas, construídas por uma ação ou vontade empreendedora.

A partir disso, torna-se possível a mudança de hábitos, onde comportamentos negativos são eliminados, otimizando cada vez mais seu conjunto de hábitos.

Essa é uma ótima forma de atingir a disciplina financeira e mudar de uma vez por todas a sua relação com as finanças.

Livros de Educação Financeira

dois de livros de educação financeira

Os livros de educação financeira têm se popularizado nos últimos anos, sendo eles uma ótima alternativa para as pessoas que querem acessar os conhecimentos de grandes empreendedores e entendedores do assunto.

Entretanto, para quem está começando a organizar as finanças, é difícil escolher entre tantas opções.

Confira abaixo uma lista com os melhores livros de educação financeira para ajudar no controle e planejamento financeiro.

Pai Rico, Pai Pobre

“Há uma diferença entre ser pobre e estar quebrado. Estar quebrado é algo temporário. Ser pobre é algo eterno”.

A incrível e clássica obra de Robert Kiyosaki conta a história de Robert, que cresceu com duas referências paternas: um pai rico e outro pobre.

O “pai pobre” é o seu verdadeiro pai, sendo chamado assim, pois passou por dificuldades financeiras após se aposentar.

Já o “pai rico” é o amigo do seu pai, que nem concluiu o ensino médio, mas por suas características empreendedoras se tornou um dos homens mais ricos do Havaí.

A partir do confronto entre essas duas visões de mundo, o autor traz diversos ensinamentos e lições sobre o dinheiro e as formas de introduzi-las na sua vida da maneira correta.

Quem pensa enriquece

“As pessoas que têm êxito não são aquelas que guardam rancores ou se recusam a prestar o melhor serviço, mas as que, em toda ação e pensamento, pavimentam o caminho em direção a objetivos maiores”.

A obra de Napoleon Hill, publicada em 1937, foi best-seller mundial e continua sendo base para os atuais livros de finanças.

O autor, que se dedicou vinte anos para descobrir as características de sucesso, conheceu diversos empreendedores de sucesso, e por isso, compartilhou seus hábitos e comportamentos mais comuns.

Bastante citado no livro Pai Rico, Pai Pobre, o livro traz ensinamentos sobre mindset, a forma como sua mente é programada para pensar sobre algo.

A importância de um pensamento enriquecedor e questionador, o autoconhecimento e o foco em objetivos claros são lições contidas na importante obra de Napoleon.

Os segredos da mente milionária

“Se você diz que é merecedor, então é. Se diz que não é, então não é. Em qualquer hipótese, você viverá a sua própria história. É simples assim.”

O livro Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker, compartilha o pensamento das pessoas ricas.

Para quem é rodeado de pessoas com pensamento limitado, buscar a visão ampla das mentes milionárias é a alternativa para sair da estagnação financeira.

Esse tipo de atitude, influenciada pelo livro, traz a possibilidade de agir de forma diferente da maioria.

Harv conta como, mesmo consumindo diversos conteúdos sobre as estratégias de enriquecimento, seus projetos não davam certo. Algo ocorrido pela ausência do pensamento rico.

Com isso, o livro aborda o conceito de “causa e efeito”. Ele explica que todos os resultados nas diversas áreas da vida estão diretamente ligados ao pensamento e às atitudes.

Trabalhe 4 horas por semana

“Foque em SER PRODUTIVO, em vez de focar em SER OCUPADO”.

O livro de Timothy Ferris fala diretamente sobre produtividade. Entre os livros de finanças pessoais citados, esse foca no trabalho e nas falsas crenças a ele relacionadas.

Através da sua própria experiência de vida, o autor comprova a possibilidade de trabalhar menos e entregar ainda melhores resultados.

No livro, Ferris comenta que muitos se sentem bem por serem “ocupados”, mas que isso está longe de significar um trabalho eficiente.

Por isso, traz métodos para que o leitor saia de sua zona de conforto e observe para onde estão direcionados seus esforços. Assim, conseguindo trabalhar por menos tempo e entregando melhores resultados.

Entre os diversos livros de finanças para iniciantes, estes são os considerados como base para uma efetiva transformação nos pensamentos e atitudes relacionados ao dinheiro.

Vantagens da Educação Financeira

céu azul no fundo com mão em primeiro plano se libertando de algemas

Sem dúvida alguma, buscar Educação Financeira é o melhor caminho para a melhoria de vida em diversos aspectos, sejam eles pessoais ou coletivos.

Entre os principais benefícios da Educação Financeira, temos:

Maior conhecimento

A partir de uma reflexão efetiva sobre o nosso comportamento, seja com o dinheiro ou em atitudes comuns, conseguimos nos compreender melhor.

Isso significa que, a partir da busca pelo desenvolvimento financeiro, criamos prioridades e começamos a focar no que realmente importa para nós.

Desenvolvimento de habilidades

Quanto mais buscamos aprender sobre algo, mais evoluímos capacidades que antes nem pensávamos ter.

E é nesse momento que são quebrados os paradigmas comuns de que os conceitos financeiros são difíceis ou limitados a pessoas especiais.

Todos nós conseguimos aprender mais sobre como cuidar melhor do nosso futuro, seja partir do dinheiro ou de uma simples mudança de atitude.

Ganho de confiança

Com o conhecimento adequado, nos percebemos mais aptos a tomar decisões importantes para a nossa vida.

Isso só é alcançado a partir do compromisso e disciplina, expressos a partir da aplicação efetiva dos ensinamentos obtidos.

Portanto, com a Educação Financeira, os indivíduos adquirem os conhecimentos, habilidades e a segurança para fazer escolhas adequadas aos seus sonhos. Deseja mais conteúdo? Acompanhe nossa carta do fundador com insights gratuitos e diários!

Escrito por

Especialista em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas. É formado pelo Programa de Profissionais do Mercado Financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Programa CVM de Professores para Mercado de Capitais, Avaliador de Empresas pela NACVA - National Association of Certified Valuators and Analysts (EUA). Fundou a Empreender Dinheiro para democratizar o acesso à Educação Financeira de Alto Poder Transformacional e já impactou diretamente mais de 50.000 pessoas em suas soluções educacionais.

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