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FAÇA ANÁLISES DO MERCADO FINANCEIRO COMO SOMENTE UM INVESTIDOR PROFISSIONAL FAZ.

O Investidor Profissional faz análises lógicas e bem fundamentadas do mercado financeiro. Suas chances de aproveitar os momentos mais estratégicos para compra e venda de ativos, aumentando a rentabilidade dos seus investimentos, é muito superior ao investidor comum.

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FAÇA ANÁLISES DO MERCADO FINANCEIRO COMO SOMENTE UM INVESTIDOR
PROFISSIONAL
FAZ.

O Investidor Profissional faz análises lógicas e bem fundamentadas do mercado financeiro. Suas chances de aproveitar os momentos mais estratégicos para compra e venda de ativos, aumentando a rentabilidade dos seus investimentos, é muito superior ao investidor comum.

UMA IMERSÃO TÉCNICA NO UNIVERSO DOS INVESTIMENTOS

Você vai entender como aplicar os conceitos de Warren Buffet, Nassim Taleb, Philip Fischer, Daniel Kahnemman, Peter Lynch, e outras mentes brilhantes do mercado.

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CERTIFICAÇÃO

Seja um Investidor Profissional Certificado em 3 meses.

Receba o título de Investidor Profissional concedido pela Empreender Dinheiro como um selo de diferenciação no mercado de investidores.

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VEJA ABAIXO TUDO O QUE VOCÊ VAI APRENDER:

01 | O QUE VEM COM O AUXÍLIO DA SORTE, PODE SER TOMADO PELA SORTE.

a. Objetivos das Empresas:
b. O Papel da Contabilidade na Mensuração da Performance;
c. Critérios Analisados no entendimento da Performance Empresarial;
d. Onde encontrar as Demonstrações Financeiras.

a. Decisões de Investimentos, suas Origens e Características;
b. Decisões de Financiamentos, suas Origens e Características;
c. Relação entre Ativo e Passivo;
d. Interpretações a partir do Balanço
e. Capital de Giro Líquido – CGL.

a. Resultado da DRE;
b. Estrutura da DRE;
c. Interpretações das Principais Rubricas;
d. EBITDA;
e. Ótica crítica do EBITDA;
f. Relação entre DRE & Balanço Patrimonial.

a. As três dimensões do Fluxo de Caixa;
b. Construção do FDC;
c. Método Direto vs Método Indireto;
d. Interpretações de Atividade.

a. Giro do Contas a Receber;
b. Giro de Estoques;
c. Solvência;
d. Análises Avançadas do CGL;
e. Ciclo de Caixa vs Necessidade de Investimento em Giro.

a. Construção da Tese;
b. Crescimento Histórico;
c. Histórico de Investimentos Realizados;
d. Capacidade de Atração de Novos Investidores;
e. Hands-On: Case Prático.

a. Conhecendo o Grupo Empresarial;
b. Método de Equivalência Patrimonial;
c. Consolidação de Balanços;
d. Análises Avançadas do CGL;
e. Hands-On: Análise de Grupo Econômico.

a. Premissa Central – Precauções;
b. Estrutura de Formação da Rentabilidade & Modelo DuPont;
c. Métricas de Retorno;
d. Análise Vertical do Resultado Empresarial;
e. Hands-On: Indicadores Financeiros na Bolsa.

a. Indicadores de Risco de Curto e Longo Prazo;
b. Quadro Resumo;
c. Off-Balance-Sheet Debt;
d. Hands-On: Case Prático.

a. Leasings, Incentivos Fiscais & Planos de Pensão;
b. Pronunciamentos Contábeis – CPCs.

a. Parecer Econômico-Financeiro da cia. Empreender Dinheiro;
b. Roteiro para Análise & Construção de Parecer Técnico.

02 | SE VOCÊ É TÃO ESPERTO, POR QUE NÃO É TÃO RICO?

a. Metodologias de Avaliação;
b. Modelagem em Excel;
c. Income vs Market Approach.

a. Universo de Cobertura;
b. Critérios Objetivos;
c. Ordinárias, Preferenciais e Units;
d. Tag Along & Estatutos Societários;
e. Free Float & Liquidez;
f. Análise do Endividamento Empresarial;
i) Índices de Endividamento;
ii) Trajetória da Dívida;
g. Hands-On – Checklist de Análise Inicial.

a. Índice Preço/Lucro;
b. Precauções no Uso;
c. EV/EBITDA;
d. ROE;
e. DB/PL;
f. DL/Ebitda;
g. FFF;
h. Leitura dos Clássicos;
i. Ben Graham nowadays.

a. Qualidade dos Múltiplos;
b. Michael Porter & Case prático;
c. Philip Fischer;
d. Stanford University;
e. TurnAround;
f. IPOs.

a. Risco nos Investimentos;
b. Dashboard B3;
c. Checkpoint – Case 1;
d. Checkpoint – Case 2;
e. Checkpoint – Case 3;
f. Checkpoint – Case 4;
g. Checkpoint – Case 5;
h. Operando Vendido;
i. Opções & Outros Derivativos.

a. Características;
b. Identificando Assimetrias;
c. Oportunidades de Ouro;
d. Cuidados Fundamentais.

a. Tese, Estratégia e Produtos;
b. Top-Down & Bottom-Up;
c. Back to Basics;
i) Fundamentos Econômicos (Inflação, Taxa de Juros e PIB)
ii) Referência do Investidor
iii) Indicadores de Mercado (SELIC, DI, TLP, TR)
1. IMA-B e Índices de Renda Fixa
2. Ibovespa, IBrX, IDIV, Índice Small Caps

03 | ALEATORIEDADE, ANJOS E DEMÔNIOS

a. Black Swan;
b. Descorrelação;
c. Assimetria;
d. Convexidade;
e. Barbell Strategy.

a. Equivalentes à Caixa;
b.  Alternativas.

a. Lógica dos ETFs;
b. Insights do Bogle;
c. Warren Buffet vs Protege Partners;
d. Gestão Ativa nos ETFs.

a. Diversificação;
b. Acompanhamento de Carteiras de Investimento.
i) Alocação Estrutural;
ii) Rebalanceamento;
iii) Mudanças na Estratégias.

a. Previsivelmente Irracionais;
b. Propósito para Assegurar a execução do Planejamento;
c. Consciência Financeira;
d. Principais Vieses do Investidor;
i) Impacto das Emoções na definição da Carteira Pessoas de
Investimentos;
   ii) Viés da Confirmação;
   iii) Viés da Ganância;
   iv) Vies da Confiança;
   v) Viés da Recência;
   vi) Viés da Aversão à Perda.
e. Hands-on: Mais Vieses do Investidor, CVM;
f. Domestic Bias e Investimentos no Exterior.

VEJA ABAIXO TUDO O QUE VOCÊ VAI APRENDER:

01 | O QUE VEM COM O AUXÍLIO DA SORTE, PODE SER TOMADO PELA SORTE.

a. Objetivos das Empresas:
b. O Papel da Contabilidade na Mensuração da Performance;
c. Critérios Analisados no entendimento da Performance Empresarial;
d. Onde encontrar as Demonstrações Financeiras.

a. Decisões de Investimentos, suas Origens e Características;
b. Decisões de Financiamentos, suas Origens e Características;
c. Relação entre Ativo e Passivo;
d. Interpretações a partir do Balanço
e. Capital de Giro Líquido – CGL.

a. Resultado da DRE;
b. Estrutura da DRE;
c. Interpretações das Principais Rubricas;
d. EBITDA;
e. Ótica crítica do EBITDA;
f. Relação entre DRE & Balanço Patrimonial.

a. As três dimensões do Fluxo de Caixa;
b. Construção do FDC;
c. Método Direto vs Método Indireto;
d. Interpretações de Atividade.

a. Giro do Contas a Receber;
b. Giro de Estoques;
c. Solvência;
d. Análises Avançadas do CGL;
e. Ciclo de Caixa vs Necessidade de Investimento em Giro.

a. Construção da Tese;
b. Crescimento Histórico;
c. Histórico de Investimentos Realizados;
d. Capacidade de Atração de Novos Investidores;
e. Hands-On: Case Prático.

a. Conhecendo o Grupo Empresarial;
b. Método de Equivalência Patrimonial;
c. Consolidação de Balanços;
d. Análises Avançadas do CGL;
e. Hands-On: Análise de Grupo Econômico.

a. Premissa Central – Precauções;
b. Estrutura de Formação da Rentabilidade & Modelo DuPont;
c. Métricas de Retorno;
d. Análise Vertical do Resultado Empresarial;
e. Hands-On: Indicadores Financeiros na Bolsa.

a. Indicadores de Risco de Curto e Longo Prazo;
b. Quadro Resumo;
c. Off-Balance-Sheet Debt;
d. Hands-On: Case Prático.

a. Leasings, Incentivos Fiscais & Planos de Pensão;
b. Pronunciamentos Contábeis – CPCs.

a. Parecer Econômico-Financeiro da cia. Empreender Dinheiro;
b. Roteiro para Análise & Construção de Parecer Técnico.

02 | SE VOCÊ É TÃO ESPERTO, POR QUE NÃO É TÃO RICO?

a. Metodologias de Avaliação;
b. Modelagem em Excel;
c. Income vs Market Approach.

a. Universo de Cobertura;
b. Critérios Objetivos;
c. Ordinárias, Preferenciais e Units;
d. Tag Along & Estatutos Societários;
e. Free Float & Liquidez;
f. Análise do Endividamento Empresarial;
i) Índices de Endividamento;
ii) Trajetória da Dívida;
g. Hands-On – Checklist de Análise Inicial.

a. Índice Preço/Lucro;
b. Precauções no Uso;
c. EV/EBITDA;
d. ROE;
e. DB/PL;
f. DL/Ebitda;
g. FFF;
h. Leitura dos Clássicos;
i. Ben Graham nowadays.

a. Qualidade dos Múltiplos;
b. Michael Porter & Case prático;
c. Philip Fischer;
d. Stanford University;
e. TurnAround;
f. IPOs.

a. Risco nos Investimentos;
b. Dashboard B3;
c. Checkpoint – Case 1;
d. Checkpoint – Case 2;
e. Checkpoint – Case 3;
f. Checkpoint – Case 4;
g. Checkpoint – Case 5;
h. Operando Vendido;
i. Opções & Outros Derivativos.

a. Características;
b. Identificando Assimetrias;
c. Oportunidades de Ouro;
d. Cuidados Fundamentais.

a. Tese, Estratégia e Produtos;
b. Top-Down & Bottom-Up;
c. Back to Basics;
i) Fundamentos Econômicos (Inflação, Taxa de Juros e PIB)
ii) Referência do Investidor
iii) Indicadores de Mercado (SELIC, DI, TLP, TR)
1. IMA-B e Índices de Renda Fixa
2. Ibovespa, IBrX, IDIV, Índice Small Caps

03 | ALEATORIEDADE, ANJOS E DEMÔNIOS

a. Black Swan;
b. Descorrelação;
c. Assimetria;
d. Convexidade;
e. Barbell Strategy.

a. Equivalentes à Caixa;
b.  Alternativas.

a. Lógica dos ETFs;
b. Insights do Bogle;
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a. Diversificação;
b. Acompanhamento de Carteiras de Investimento.
i) Alocação Estrutural;
ii) Rebalanceamento;
iii) Mudanças na Estratégias.

a. Previsivelmente Irracionais;
b. Propósito para Assegurar a execução do Planejamento;
c. Consciência Financeira;
d. Principais Vieses do Investidor;
i) Impacto das Emoções na definição da Carteira Pessoas de
Investimentos;
   ii) Viés da Confirmação;
   iii) Viés da Ganância;
   iv) Vies da Confiança;
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Você receberá todos os indicadores das principais empresas listadas em bolsa atualizados SEMANALMENTE durante 3 meses.
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3 meses de acesso a nossa curadoria das ações (smallcaps) com maior potencial de lucro.
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ARTHUR LEMOS

Arthur Lemos é fundador da Empreender Dinheiro, plataforma digital de Educação para Investidores que já conta com mais de 28mil alunos e assinantes.

É credenciado pela NACVA, nos Estados Unidos, como Avaliador de Empresas profissional, possui MBA em Finanças Corporativas e é também credenciado como Certified Financial Educator, CFEd.

É autor de Best-seller na Amazon Brasil e é criador dos softwares Oráculo, Apolo e Sistema Selectus, que auxiliam investidores individuais em suas decisões financeiras.

Arthur já ministrou treinamentos sobre o tema para mais de 100 empresas, dentre elas FedEx, Uber, Gerdau, M. Dias Branco, KPMG, dentre outras.

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ARTHUR LEMOS

Arthur Lemos é fundador da Empreender Dinheiro, plataforma digital de Educação para Investidores que já conta com mais de 28mil alunos e assinantes.

É credenciado pela NACVA, nos Estados Unidos, como Avaliador de Empresas profissional, possui MBA em Finanças Corporativas e é também credenciado como Certified Financial Educator, CFEd.

É autor de Best-seller na Amazon Brasil e é criador dos softwares Oráculo, Apolo e Sistema Selectus, que auxiliam investidores individuais em suas decisões financeiras.

Arthur já ministrou treinamentos sobre o tema para mais de 100 empresas, dentre elas FedEx, Uber, Gerdau, M. Dias Branco, KPMG, dentre outras.

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O investidor que está entrando no mercado e entende pouco sobre o como as aplicações funcionam, seja na renda fixa ou na renda variável, pode se sentir assustado em muitos momentos.

Isso acontece porque o investidor que não tem conhecimento sobre esse universo se sente pressionado e, muitas vezes, existe a sensação de estar perdendo uma “oportunidade única”.

No entanto, o investidor pode procurar esclarecer alguns conceitos que possam ajudar na compreensão do mercado acionário.

Qual a diferença entre poupar, economizar e investir?


Em primeiro lugar, antes de começar a entrar no universo dos investimentos, é preciso entender a diferença entre poupar, economizar e investir.

Afinal no fim das contas, essa simples assimilação significará muito nas finanças. Entenda o que significa cada uma dessas práticas:

No entanto, muitas pessoas se enganam pensando que estão investindo e na verdade estão poupando, vice-versa.

Sendo assim, entender cada uma dessas práticas é muito importante para ter consciência do que está sendo realizado com o patrimônio próprio.

Além disso, no campo de investimentos, muitas pessoas iniciam sem ter, pelo menos, uma base teórica.

Essa atitude pode significar uma perda considerável de recursos financeiros e até a falsa ideia de que “do dia para a noite ficará rico”.

É preciso ter a consciência de que os investimentos são uma forma de facilitar o seu caminho para a riqueza, mas não são a fórmula mágica para se tornar milionário.

Junto a isso, é necessário ter atitudes positivas e inteligentes para fazer com que as aplicações realmente sejam rentáveis, tanto na renda fixa, quanto na renda variável.

Por fim, são pequenas coisas que, se bem pensadas, podem trazer bons resultados no desenvolvimento da sua carteira de investimentos, fazendo você perder o medo de investir.

Qual a diferença entre renda fixa e renda variável?

Existem algumas possibilidades de investimentos e cada uma contempla o desejo de alcançar um objetivo específico.

Para o investidor iniciante, esse é um dos principais tópicos. Isso porque, em primeiro lugar, se deve escolher a carteira de investimentos.

Renda fixa

A renda fixa é uma modalidade de investimentos que permite uma maior previsão de quanto será o retorno daquele montante investido. Além disso, é mais conservadora por conta da sua segurança.

Ou seja, para quem quer saber qual é a rentabilidade desde o começo, essa é uma opção viável. Contudo, assim como é mais previsível, tende a render menos do que outras opções de investimentos.

Em todo caso, ainda é uma escolha melhor do que a conhecida poupança. Dentro da renda fixa podemos trazer alguns exemplos para investir, como:

Renda variável

Sendo o oposto da renda fixa, a renda variável funciona exatamente como o nome entrega, com diversas oscilações.

Portanto, essa modalidade de investimento possui menor previsão, mas as suas chances de rentabilidade são maiores do que em outros tipos de investimentos.

Essa opção serve, principalmente, para quem tem uma parte do patrimônio em que “se pode perder”. Isto é, um dinheiro que não precisa usar em um futuro próximo. Isso porque a renda variável costuma ter o direcionamento para planos de médio e longo prazo.

O investidor iniciante precisa entender que o mercado de renda variável exige muito “pé no chão”, já que as suas variações podem ser drásticas.

Uma frase chave para quem quer investir em ações, por exemplo, é a de que “Compre ao som de canhões e venda ao som de violinos”.

A frase, atribuida à Warren Buffet, um dos mais famosos investidores, significa que quando o mercado está em baixa e os preços descem, é o melhor momento para comprar ações. Já quando o mercado está em alta e os preços sobem, é o melhor momento para vender ações.

Por mais que seja óbvio, muitas pessoas se deixam levar pelos vieses do investidor e fazem exatamente o oposto. Causando grandes prejuízos financeiros. Algumas alternativas para investir em renda variável são:

Qual o momento certo para investir?

Muitas pessoas que estão esperando para começar a investir estão em busca do “momento ideal”. No entanto, o momento certo para começar é relativo.

Cada pessoa possui o seu próprio ritmo, suas próprias necessidades e suas limitações financeiras.

Dessa forma, é necessário avaliar as questões pessoais e não se deixar levar pelo “efeito manada”. O que está fazendo bem para os outros não significa que fará bem para você.

Por isso, é importante avaliar fatores que ajudam nesse processo, como, por exemplo:

Por fim, é provável começar a investir em um momento mais assertivo em relação a sua realidade.

Por onde o investidor iniciante deve começar?

A situação de um investidor iniciante pode se dar em duas realidades: alguém com pouca disponibilidade financeira para começar a investir ou alguém que tenha grande disponibilidade financeira.

Imaginando que em ambas as situações o investidor não saiba onde alocar o seu dinheiro, saber por onde começar é uma dúvida comum. Em primeiro lugar, é preciso romper com o mito do “preparo eterno”.

Muitas pessoas estudam por anos antes de entrar no mercado financeiro e podem até saber sobre a teoria. No entanto, não sabem nada na prática e é difícil ter sucesso sem duas cartas na manga: conhecimento e experiência.

Portanto, é importante treinar e executar. O investidor que tem pouca disponibilidade financeira e está começando, pode, por exemplo, investir a maior parte do seu patrimônio em renda fixa.

Desse modo, existirá liquidez, isto é, facilidade para resgatar o dinheiro. Além disso, mesmo se o rendimento não for alto, ainda assim, será melhor do que a poupança.

Investir em renda variável ou renda fixa?

Uma outra dúvida que pode surgir é sobre a renda variável e a renda fixa. Por que um investidor iniciante deveria alocar a maior parte do seu patrimônio no investimento que rende menos?

Como dito antes, a renda variável rende mais, no entanto, possui mais riscos. Iniciar colocando toda a disponibilidade financeira nessa modalidade de investimentos pode ser difícil para alguns.

O recomendado é que o investidor faça pequenos aportes em ações, por exemplo, e assim, sinta como funciona o mercado.

Essa simples atitude pode trazer mais segurança e mais vontade de conhecer o funcionamento da renda variável. Sendo assim, mais conhecimento e mais prática pode significar mais rentabilidade.

Vale ressaltar a importância investidor ser dedicado, curioso e com inteligência de mercado. Todas essas três qualidades são possíveis de se conquistar. Por fim, então, ressalta-se: a iniciativa deve partir sempre de quem busca por crescimento financeiro.

Qual a diferença entre renda fixa e renda variável para o investidor?

Renda fixa permite uma aplicação mais segura e com previsão de retorno, no entanto, menor rentabilidade. Já a renda variável, embora seja mais arriscada, permite maior lucro.

Quais ativos da renda fixa para o investidor?

Alguns dos ativos da renda fixa são, por exemplo, CDB, LCI, LCA e títulos de dívidas públicas.

Quais ativos da renda variável para o investidor?

Alguns dos ativos são, por exemplo, ações, fundos de investimentos e ETFs.