{10} dicas para fazer um planejamento de gastos inteligente

planejamento de gastos 1

Todo mundo gosta de consumir, isso é um fato. Mas poucas pessoas fazem o planejamento de gastos para que possam consumir com inteligência. E fazer esse controle não significa perder a qualidade de consumo, muito pelo contrário.

Fazer o planejamento de gastos seja ele pessoal, familiar ou até mesmo profissional ajuda a encontrar os melhores meios de consumir produtos e serviços sem que isso prejudique a saúde financeira.

O planejamento de gastos faz com que os gastos diários, gastos fixos e gastos variáveis vivam em harmonia econômica. Não é preciso parar de comprar ou consumir, só é preciso ter planejamento financeiro.

1.  50/30/20

50-30-20

Um dos métodos mais conhecidos para controle de gastos é a fórmula 50/30/20. Através dessa divisão é possível otimizar o destino do dinheiro. No entanto, não é algo inflexível e deve acompanhar a realidade financeira de cada pessoa.

50% da renda para gastos essenciais

Com 50% da renda líquida mensal é possível realizar o pagamento de academia, plano de saúde, internet, transporte e alimentação, por exemplo.

30% da renda para gastos variáveis

Os 30% são destinados para os gastos considerados “supérfluos” mas que são essenciais para ter uma boa qualidade de vida. Jantar fora, ir ao cinema e viajar, por exemplo, estão incluídos nesta porcentagem.

20% da renda para reserva e/ou investimento

O valor referente aos 20% deve ser utilizado para criar uma reserva de emergência e pode ser utilizada também para investimentos.

O ideal é possuir a reserva de emergência antes de iniciar o investimento, ou ainda melhor, buscar um investimento de alta liquidez.

Ou seja, em caso de uma situação emergencial, o investimento de liquidez diária pode ser sacado sem que haja danos financeiros.

2.  Anote receitas e despesas

Anotar receitas e despesas é uma ótima forma para conhecer melhor o próprio orçamento. É possível fazer as anotações através do já conhecido caderninho, ou até mesmo recorrer a planilhas de gastos e aplicativos gratuitos.

3.  Crie e atualize um banco de dados para o planejamento de gastos

Quem conhece o mercado tende a economizar mais. Ter um banco de dados com os preços dos produtos e serviços que são utilizados com recorrência faz com que haja acompanhamento na variação dos valores.

Dessa forma, é possível escolher os melhores momentos para utilização do serviço ou na obtenção do produto. O que pode trazer uma grande economia financeira. Através disso, é possível utilizar o valor economizado em outras aquisições e investimentos.

4.  Aprenda a usar o cartão de crédito e manter o planejamento de gastos

O cartão de crédito pode ser um ótimo aliado ou um péssimo inimigo, depende de quem usa.

Saber a melhor data de compra, conhecer as taxas de serviços e utilizar o cartão de maneira saudável pode ser uma mão na roda em muitas situações.

5.  Defina o teto de gasto

Estabelecer limite de gasto é essencial para ter uma boa saúde financeira. Dessa forma, o risco de adquirir débitos que não podem ser pagos em curto ou longo prazo é reduzido.

6.  Corte custos desnecessários

Academia que não está sendo frequentada, TV por assinatura com diversos canais que ninguém assiste ou até mesmo o plano de celular com voz ilimitada. Cortar custos desnecessários é indispensável para o controle de despesas.

7.  Conheça o fluxo de caixa pessoal

Saber para onde vai o maior gasto de dinheiro, bem como conhecer as principais fontes de renda eventuais. A atitude de controlar o fluxo de caixa pessoal permite que sejam estabelecidos parâmetros de receitas e despesas e entender para onde vão os maiores gastos.

8.  Registre o consumo

Registrar o consumo seja de forma diária, semanal ou mensal permite que outros tópicos sejam efetuados. Por exemplo, para conhecer o fluxo de caixa pessoal é preciso registrar o que se consome e qual a frequência.

9.  Peça desconto

Pedir desconto é uma boa maneira de levar o mesmo produto com qualidade por um preço menor. Ou seja, o valor que ‘sobra’ pode ser utilizado para outros fins. Por exemplo, adquirir outro produto ou serviço.

Em alguns casos, o dinheiro do desconto pode servir para gerar ou aumentar algum investimento. Pedir desconto é sempre bom!

10. Tenha meta, objetivo e foque no planejamento de gastos

Não adianta ter um planejamento de gastos sem definir metas e objetivos para o dinheiro. Sem finalidades, a organização fica sensível a qualquer tentação externa. Assim, fica mais difícil chegar a realizar sonhos de curto, médio ou longo prazo. Para ajudar nisso, baixe a Planilha: Planejador para Conquista de Objetivos Financeiros!

Acesso rápido

Compartilhe:

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no email
Arthur Dantas Lemos

Arthur Dantas Lemos

Especialista em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas. É formado pelo Programa de Profissionais do Mercado Financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Programa CVM de Professores para Mercado de Capitais, Avaliador de Empresas pela NACVA - National Association of Certified Valuators and Analysts (EUA). Fundou a Empreender Dinheiro para democratizar o acesso à Educação Financeira de Alto Poder Transformacional e já impactou diretamente mais de 50.000 pessoas em suas soluções educacionais.

Comentários:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimos artigos