Home Blog 8 passos para fazer uma reeducação financeira completa em sua vida

8 passos para fazer uma reeducação financeira completa em sua vida

reeducacao financeira 1

Gerenciar o dinheiro não é uma coisa ensinada desde pequeno. Essa falta de conhecimento pode refletir na vida adulta e trazer grandes problemas. No entanto, a reeducação financeira é algo que está acessível a todos.

A reeducação financeira à primeira vista pode parecer algo difícil de ser alcançado. Mas algumas atitudes e reflexões sobre como se lida com o dinheiro, faz com que o problema seja identificado e vencido.

Ou seja, a reeducação financeira está diretamente ligada em reformular o conhecimento sobre as finanças e a forma como a pessoa lida com o dinheiro. O processo é importante para todos, principalmente, para endividados e quem não consegue se controlar financeiramente.

Reeducação financeira pessoal em 8 dicas simples e eficazes

reeducação-financeira

1. Identificar o problema para iniciar a reeducação financeira

Antes de tudo, é preciso saber e assumir que existe um problema com o dinheiro. Colocar por terra o problema não faz com que ele suma, muito pelo contrário, pode fazer com essa dificuldade cause contratempos ainda maiores.

Por isso, é essencial ter consciência de si próprio em relação ao uso do dinheiro. Muitas crenças e hábitos são levados de geração em geração. Além disso, poucas são as vezes que o mau hábito financeiro é identificado.

Dito isso, admitir esse obstáculo já é uma vitória. Na verdade, cada pequeno passo rumo a reeducação financeira é um grande marco para a construção de uma educação financeira pessoal mais saudável.

2. Reavaliar hábitos de consumo

Conseguir mudar hábitos é um dos maiores desafios na educação financeira. Muitas vezes o ato da compra está ligado a questões emocionais. Comprar quando está feliz, quando está triste etc. é um círculo vicioso de autoengano.

Uma das maneiras para conseguir trocar maus hábitos de consumo para bons hábitos de consumo é através do autoconhecimento. Prestar atenção e adquirir produtos, serviços ou bens de forma consciente faz com que seja mapeado o território do consumo compulsório.

3. Entender melhor o conceito de dinheiro e a sua importância

O dinheiro não é mau e nem quem o possui. Muito pelo contrário, o dinheiro é um meio para conseguir realizar objetivos, ajudar pessoas etc. Além de entender a importância de dinheiro, é preciso também conhecer o próprio conceito de riqueza.

Muitos usam as frases: “riqueza é ter saúde”, “riqueza é ter família”, para se auto sabotar e nunca realizar a mudança do controle financeiro pessoal. Ter uma conversa consigo mesmo sobre o dinheiro, é saudável e necessário.

Por exemplo, riqueza é ter saúde e família, sim. E também, através do dinheiro é possível investir mais na saúde (academia, plano de saúde, remédios etc.) e passar mais tempo com a família (ajudar a realizar objetivos, viagens etc.).

4. Evitar e eliminar dívidas e pagamento de juros

Educação financeira para endividados pode parecer algo impossível de realização, mas isso não é verdade. Desenvolver em si mesmo pequenos estímulos para mudar hábitos e crenças ajuda a evitar e eliminar dívidas e pagamento de juros.

5. Criar hábitos de registro e contabilizar ganhos e gastos

“Tenho memória boa!” é o que muitas pessoas dizem na hora de adquirir algo. A realidade é que poucas sabem se podem ou não estar comprando aquilo naquele determinado momento.

Muitas vezes, os gastos superam os ganhos e aí que entra a famosa bola de neve. Registrar tudo é uma atitude primordial para acompanhar como o dinheiro está sendo gasto e onde.

Além disso, se os ganhos estão sendo inferiores, compatíveis ou superiores aos gastos. No caso de compatíveis ou superiores, pode existir um problema sério em relação a saúde financeira e qualidade de vida em curto, médio ou longo prazo.

6. Aprender a montar um planejamento financeiro

Cada pessoa possui sua variação de renda, no entanto, todas precisam montar um planejamento financeiro se querem ter uma vida economicamente saudável.

Entender como funciona, registrar os ganhos e gastos, comparar preços antes de comprar, são umas das pequenas atitudes que ajudam a montar um planejamento financeiro eficaz e sem mistério.

7. Estabelecer metas e objetivos de reeducação financeira

Todos os nossos sonhos são realizáveis, basta que haja persistência e a visão de metas e objetivos. Por exemplo, economizar dinheiro se torna uma atitude muito mais difícil se não houver um horizonte para mirar.

Isto quer dizer que, quando se estabelece metas e objetivos fica muito mais fácil saber onde se quer chegar e fazer com que o percurso se torne mais curto e simples.

8. Trabalho em grupo

“Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá acompanhado”. O provérbio africano não mente. A reeducação é muito mais fácil e executável quando feita em grupo.

Ou seja, se uma família, amigos ou até mesmo dentro de um relacionamento amoroso as pessoas trabalham em conjunto para uma reeducação financeira, o processo será mais concreto e mais expansivo. Para ajudar nesse processo, baixe a Planilha: Planejador Financeiro Mensal!

Escrito por

Especialista em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas. É formado pelo Programa de Profissionais do Mercado Financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Programa CVM de Professores para Mercado de Capitais, Avaliador de Empresas pela NACVA - National Association of Certified Valuators and Analysts (EUA). Fundou a Empreender Dinheiro para democratizar o acesso à Educação Financeira de Alto Poder Transformacional e já impactou diretamente mais de 50.000 pessoas em suas soluções educacionais.

Compartilhe conosco suas experiências

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *