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Seguro de renda: vale a pena fazer? Entenda como ele funciona!

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Momentos de grande desemprego, crises econômicas e inflação crescente são períodos de muita incerteza para o trabalhador que vive do seu salário. Devido ao alto risco de demissão ou perda de sua forma de sustento, há uma crescente busca pelo seguro de renda.

A princípio, o seguro de renda funciona como uma proteção para o trabalhador que sofreu algum acidente ou foi demitido — e, portanto, não apresenta renda mensal ou maneira de se sustentar.

Por isso, o seguro de renda é um tipo de seguro destinado para proteção do beneficiado e seus dependentes por um período contratado.

Ele é relativo à ausência de salário ou incapacidade de gerar renda mensal para suprir as necessidades básicas e fixas.

é necessário lembrar, reforçando o papel da educação financeira, que o seguro de renda é apenas uma alternativa, mas também é possível buscar formas de gerar renda extra em casos de demissão, por exemplo.

Como funciona o seguro de renda?

Esse seguro destinado para os trabalhadores que vivem de seu salário e querem contratar uma seguradora para garantir o seu rendimento em momentos de sinistro — como um acidente, uma demissão, e demais eventos que possam afetar sua capacidade de trabalhar.

Para contratar um seguro dessa modalidade, é preciso buscar por empresas ou seguradoras que ofereçam esse tipo de produto.

É recomendado buscar por seguradoras de renome ou que já estão estabelecidas no mercado. Assim, evitando algum tipo de desfalque e estando, de fato, assegurado.

Uma outra parte muito importante é o contrato do seguro. Nele, será disponibilizado as cláusulas referentes a quais situações o benefício poderá ser solicitado e por quanto tempo o beneficiado ficará recebendo o seguro.

Tipos de seguro de renda

No mercado, existem algumas modalidades diferentes de seguro de renda. Cada uma delas são destinadas para cada tipo de caso ou peculiaridade.

Os principais tipos de seguro de renda são:

  • Seguro de renda familiar;
  • Seguro de renda profissional;
  • Seguro garantia de renda;
  • Seguro de incapacidade temporária.

1. Seguro de renda familiar

Serve para auxílio da família de uma forma geral.

É cabível em sua cobertura, por exemplo, o pagamento de mensalidade escolar ou formação educacional (do maternal até a pós-graduação a depender do plano), além do pagamento de custos fixos da família (aluguel de imóvel) e demais despesas.

Ele também serve para ajudar os dependentes do titular do seguro ou sua família em caso de falecimento do indivíduo.

2. Seguro de renda profissional

Atua diretamente com a questão do desemprego, especialmente para profissionais do setor privado.

Ele é acionado quando há inabilidade de receber uma renda que antes existia devido ao vínculo empregatício.

Geralmente, para solicitá-lo, é preciso ter permanecido por um prazo mínimo no emprego em questão.

Além dessa questão, o benefício pode ser concedido apenas por um tempo, geralmente, algo entre 90 e 360 dias.

3. Seguro de renda garantida

Também conhecido como seguro de renda protegida, ajuda o segurado a ter uma quantia mensal garantida em caso de sinistros, eventualidades ou falecimento.

Diferente do seguro de renda profissional, essa modalidade disponibiliza uma quantidade de renda fixa e mensal indiferente dos seus gastos ou custos.

Por exemplo, se você pediu por um seguro de R$2.000, será concedido o valor mensalmente pelo prazo firmado em contrato.

Seguro de incapacidade temporária

Destinado para profissionais liberais, autônomos e demais profissionais que trabalham individualmente.

Ou seja, devido à falta de estabilidade e garantia nesse tipo de atividade, o seguro de incapacidade temporária serve como uma forma de segurança de renda caso algo aconteça. Geralmente, ele é acionado em casos de:

  • Inabilidade física de exercer o trabalho;
  • Doenças graves ou temporárias;
  • Lesões que exigem repouso e tratamento.

Vale a pena fazer um seguro de renda?

O seguro de renda pode ser uma boa opção para profissionais liberais e autônomos devido à falta de estabilidade e garantia nesse tipo de atividade.

Já no caso dos assalariados, é preciso levar em conta as outras opções disponíveis ao trabalhador — como a cobertura da Previdência Social para acidentes de trabalho e o próprio seguro desemprego.

Por fim, o seguro de renda é algo que pode ser considerado — já que, obviamente, estar assegurado é uma boa opção. Porém, essa decisão de acordo com a situação financeira e profissional de cada pessoa, sendo necessária uma análise mais específica em cada caso. Mais conteúdos? Inscreva-se no nosso Whatsapp.

Escrito por

Especialista em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas. É formado pelo Programa de Profissionais do Mercado Financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Programa CVM de Professores para Mercado de Capitais, Avaliador de Empresas pela NACVA - National Association of Certified Valuators and Analysts (EUA). Fundou a Empreender Dinheiro para democratizar o acesso à Educação Financeira de Alto Poder Transformacional e já impactou diretamente mais de 50.000 pessoas em suas soluções educacionais.

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