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Vai trocar de carro? Saiba o que fazer para não sair perdendo!

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O momento de trocar de carro é ditado pela vontade, possibilidade e situação atual: do carro utilizado, mercadológica, financeira e social.

O ato de trocar de carro funciona como uma renovação. Ele pode ser ser realizado entre pessoas e concessionárias, pessoas e instituições financeiras ou bancos e até mesmo entre duas pessoas.

Portanto, trocar de carro é o processo de realizar a venda, câmbio ou compra de um novo veículo, seminovo ou usado. No momento de trocar de carro, algumas pessoas optam por financiar, pagar à vista e revender o carro antigo para conseguir a aquisição do novo.

Quando é a hora certa para trocar de carro?

Quando vale a pena trocar de carro? Essa é uma questão que aflige boa parte dos portadores de veículos.

Saber qual é a hora certa para trocar de carro depende não só das condições financeiras, mas também, das condições do carro e do mercado.

Esperar até que o carro pare de funcionar para poder fazer alguma coisa é um erro comum.

Mas o que é mais sábio? Estabelecer um prazo de desgastes das peças, os gastos com manutenções e, dessa forma, saber quando trocar de carro.

Entre essas já citadas, outras etapas importantes nesse momento de troca são:

O momento de trocar de carro é ditado pela vontade, possibilidade e situação atual: do carro utilizado, mercadológica, financeira e social.

O ato de trocar de carro funciona como uma renovação. Ele pode ser ser realizado entre pessoas e concessionárias, pessoas e instituições financeiras ou bancos e até mesmo entre duas pessoas.

Portanto, trocar de carro é o processo de realizar a venda, câmbio ou compra de um novo veículo, seminovo ou usado. No momento de trocar de carro, algumas pessoas optam por financiar, pagar à vista e revender o carro antigo para conseguir a aquisição do novo.

Quando é a hora certa para trocar de carro

Quando vale a pena trocar de carro? Essa é uma questão que aflige boa parte dos portadores de veículos. Saber qual é a hora certa para trocar de carro depende não só das condições financeiras, mas também, das condições do carro e do mercado.

Esperar até que o carro pare de funcionar para poder fazer alguma coisa, é um erro comum. É mais sábio: estabelecer um prazo de desgastes das peças, os gastos com manutenções e dessa forma, saberá se deve e quando trocar de carro.

Entre essas já citadas, outras as etapas importantes nesse momento de troca é:

  1. Planejar
  2. Pesquisar
  3. Definir
  4. Consultar a Tabela FIPE
  5. Confrontar
  6. Pechinchar
  7. Financiar (se for necessário)
  8. Realizar compra.
  9. Planejar: geralmente, o momento correto para começar a pensar em trocar de carro é quando já se passaram 6 anos e não existe mais garantia ou assistência técnica. Por isso, requer um planejamento e preparo, de uma forma geral, não somente a parte financeira.
  10. Pesquisar: realizar uma pesquisa aprofundada pode auxiliar na hora de escolher quais modelos apresentam melhor custo benefício, melhor desempenho e maior aderência ao seu estilo ou perfil. Além de consultar os preços e saber se vale a pena trocar um carro por outro.
  11. Definir: encontre mediante a pesquisa qual é o carro que se deseja comprar. É preciso definir prioridades, benefícios, prós e contras. Para um carro de família, por exemplo, espaço é algo que deve ser levado em conta, e assim em diante para cada perfil.
  12. Consultar: essa etapa consiste em fazer uma pesquisa aprofundada, por exemplo, utilizando a tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. A tabela faz uma média dos preços nacionais de carros, motos e caminhões, sendo eles, seminovos, novos e usados.
  13. Confrontar: ir em concessionárias, avaliar e confrontar preços de concorrentes, argumentar e saber se esse é, de fato, o carro escolhido ou se tem outras opções. Esse é o momento de buscar por carros para troca e questionar se essa não deveria ser a opção.
  14. Pechinchar: nesse momento é importante saber qual será seu método de compra, se for avista, terá um desconto maior. Entretanto, pechinchar é uma forma de conseguir descontos e compensações, até mesmo extras, o vendedor sempre quer fechar o negócio.
  15. Financiar: não é o recomendado e deve ser utilizado com cautela. Antes de financiar é preciso saber se esse é o seu caso, estudar todas as opções de crédito, diferentes instituições e bancos em visão do Custo Efetivo Total, que será o valor total pago pelo empréstimo.
  16. Realizar compra: por fim, agora que já passou todas as etapas, está na hora de finalizar a compra e trocar de carro. Trocar não quer dizer ter um carro 0km, é possível obter seminovos que são melhores em custo, benefício e até mesmo manutenção.

Como funciona a troca com troco

Para entender a troca com troco, se faz necessário esclarecer primeiramente o que ela é. Por isso, a troca com troco é um serviço oferecido por algumas instituições financeiras ou bancos que buscam uma combinação entre financiamento e empréstimo.

Portanto, a troca com troco se constitui na venda do carro atual para o banco e com isso ganhar um abate no financiamento de um novo carro, e ainda solicitar um empréstimo (o troco).

Esse é um processo que requer extrema cautela para não cair no endividamento. Ele também não se apresenta como uma boa opção no quesito custo e benefício em alguns casos. Isso por conta do valor de compra do veículo antigo e possíveis juros sobre o valor emprestado.

Entretanto, caso essa seja a opção mais viável. Cada instituição apresenta algumas condições para realizar o contrato:

  • Já ter um financiamento de veículo em aberto.
  • Possuir ao menos algumas parcelas já pagas. Para o Banco do Brasil, por exemplo, é preciso ter as 5 primeiras parcelas em dia.
  • Ter em mente para qual modelo será realizada essa troca de carro.
  • Solicitação de empréstimo além do financiamento (um dinheiro extra conhecido como troco).
  • Vale lembrar que cada instituição apresenta alguns critérios como análise de nomes no SPC/Serasa, análise de renda e crédito.

Por fim, trocar de carro é um processo que pode ser árduo e demandar um tempo, porém, muito recompensador a longo prazo. O caminho é realizar todas as análises, pesquisas e cuidados, assim, é possível economizar e conseguir as melhores opções de negócio.

  1. Planejar: geralmente o momento correto para começar a pensar em trocar de carro é quando já se passaram 6 anos e não existe mais garantia ou assistência técnica. Por isso, requer um planejamento e preparo de uma forma geral, não somente a parte financeira;
  2. Pesquisar: realizar uma pesquisa aprofundada pode auxiliar na hora de escolher quais modelos apresentam melhor custo benefício, melhor desempenho e maior aderência ao seu estilo ou perfil. Além de consultar os preços e saber se vale a pena trocar um carro por outro;
  3. Definir: encontre, mediante a pesquisa, qual é o carro desejado por você. É preciso definir prioridades, benefícios, prós e contras. Para um carro de família, por exemplo, espaço é algo que deve ser levado em conta.
  4. Consultar a tabela FIPE: essa etapa consiste em fazer uma pesquisa aprofundada, por exemplo, utilizando a tabela FIPE, criada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. A tabela faz uma média dos preços nacionais de carros, motos e caminhões, sendo eles, seminovos, novos e usados;
  5. Confrontar: ir em concessionárias, avaliar e confrontar preços de concorrentes, argumentar e saber se esse é, de fato, o carro escolhido ou se tem outras opções. Esse é o momento de buscar por carros para troca e questionar se essa não deveria ser a opção;
  6. Pechinchar: nesse momento é importante saber qual será seu método de compra. Se for à vista, terá um desconto maior. Entretanto, pechinchar é uma forma de conseguir descontos e compensações, até mesmo extras. O vendedor sempre quer fechar o negócio;
  7. Financiar (se for necessário): não é o recomendado e deve ser utilizado com cautela. Antes de financiar, é preciso saber se esse é o seu caso, estudar todas as opções de crédito, diferentes instituições e bancos em visão do Custo Efetivo Total, que será o valor total pago pelo empréstimo;
  8. Realizar compra: por fim, agora que já passaram todas as etapas, está na hora de finalizar a compra e trocar de carro. Trocar não quer dizer ter um carro 0km, é possível obter seminovos que são melhores em custo-benefício e até mesmo manutenção.

Como funciona a troca com troco?

Para entender a troca com troco, se faz necessário esclarecer primeiramente o que ela é.

A troca com troco é um serviço oferecido por algumas instituições financeiras ou bancos que buscam uma combinação entre financiamento e empréstimo.

Portanto, a troca com troco se constitui na venda do carro atual para o banco e com isso ganhar um abate no financiamento de um novo carro, e ainda solicitar um empréstimo (o troco).

Esse é um processo que requer extrema cautela para não cair no endividamento.

Ele também não se apresenta como uma boa opção no quesito custo-benefício em alguns casos. Isso por conta do valor de compra do veículo antigo e possíveis juros sobre o valor emprestado.

Entretanto, caso essa seja a opção mais viável, cada instituição apresenta algumas condições para realizar o contrato:

  • Já ter um financiamento de veículo em aberto;
  • Possuir ao menos algumas parcelas já pagas. Para o Banco do Brasil, por exemplo, é preciso ter as 5 primeiras parcelas em dia;
  • Ter em mente para qual modelo será realizada essa troca de carro;
  • Solicitação de empréstimo além do financiamento (um dinheiro extra conhecido como troco);

Vale lembrar que cada instituição apresenta alguns critérios como análise de nomes no SPC/Serasa, análise de renda e crédito.

Portanto, trocar de carro é um processo que pode ser árduo e demandar um tempo, porém, muito recompensador a longo prazo. O caminho correto é realizar todas as análises, pesquisas e cuidados. Assim, sendo possível economizar e conseguir as melhores opções de negócio. Mais conteúdos de educação financeira? Inscreva-se no nosso Whatsapp.

Escrito por

Especialista em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas. É formado pelo Programa de Profissionais do Mercado Financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Programa CVM de Professores para Mercado de Capitais, Avaliador de Empresas pela NACVA - National Association of Certified Valuators and Analysts (EUA). Fundou a Empreender Dinheiro para democratizar o acesso à Educação Financeira de Alto Poder Transformacional e já impactou diretamente mais de 50.000 pessoas em suas soluções educacionais.

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